|
|
|
|
|
Histórico Ainda no início do século, mais precisamente em 1912, famílias mineiras, italianas e portuguesas construíram uma usina hidrelétrica, rede de água, estrada de ferro e a primeira capela do povoado, com a ajuda do pioneiro Firmino Dias, que passou a ser conhecido com o nome de Divisa, nome este por ser a divisa entre os estados do Espírito Santo e Minas Gerais. Distrito de Guaçuí, o povoado manteve sua economia baseada na extração da madeira para fornecimento de dormentes para a Companhia Ferroviária Leopoldina, do café e dos cereais. No período de 1920 a 1959 estes produtos chegaram a ser exportados, o povoado atraiu compradores de café e concentrou casas comerciais. Em 30 de dezembro de 1963 o então Governador Francisco Lacerda de Aguiar assinou a Lei 1.914 de Emancipação Política, e assim no dia 07 de abril de 1964 o antigo Distrito de Divisa se desmembrava de Guaçuí, recebendo o nome de Dores do Rio Preto em homenagem a padroeira local, Nossa Senhora das Dores e ao Rio Preto.
A
cidade é pacífica e sem assaltos ou outros problemas de violência.
Orgulho de seus moradores pelo sossego,
o município de Dores do Rio Preto é o segundo município do Espírito
Santo, em termos de altitude de sede, com 774 metros acima do nível do
mar, perdendo somente para Venda Nova do Imigrante com 830 metros. Localizado
a 243 quilômetros de Vitória, na Região Sul e Microrregião do Caparaó,
Dores do Rio Preto apresenta uma população de 6.167 habitantes, onde,
deste, 50% residem na zona rural, porém, 80% da população esta
diretamente ligada ao setor produtivo primário. A vocação econômica do município têm na cafeicultura e na pecuária leiteira as suas principais atividades em termos de geração de renda , emprego e arrecadação tributária, predominando as pequenas propriedades. As relações de trabalho predominantes são a mão-de-obra familiar, assalariada, diaristas e o regime de parcerias nas lavouras de café. É bom salientar esta característica tendo em vista ser um fator da permanência do homem no campo, evitando assim o êxodo rural e as pressões na infra-estrutura urbana. É fundamental nesse caso, o incentivo e toda assistência necessária por parte dos órgãos dos Governos Federal, Estadual e Municipal, uma vez ser necessário agregação de valores nos meios de produção.
|
|
PREFEITURA MUNICIPAL DE
DORES DO RIO PRETO |